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EUROVISÃO - Netta Barzilai fez parte da marinha israelita


Houve um movimento de boicote contra Israel na Internet que apelava à atribuição de “Zero Pontos” à canção do país no Festival da Eurovisão que decorreu em Portugal.

A campanha foi lançada por “cidadãos israelitas que se opõem à ocupação e ao apartheid“ que existe na Palestina, alega o movimento, defendendo que, como representante de Israel, Netta Barzilai “participa igualmente nos esforços” do país para “limpar a sua imagem internacionalmente” e “apagar” o que se passa nos territórios ocupados.

Pelo Twitter, várias publicações apelam ao boicote a Israel, com recurso à hashtag#ZeroPointsIsrael. E há quem lembre que Netta Barzilai fez parte da marinha israelita– em Israel, o Serviço Militar é obrigatório para homens e mulheres.

Esta referência é acompanhada da lembrança do ataque levado a cabo por uma lancha israelita a 16 de Julho de 2016, que provocou a morte de quatro crianças, com idades entre os 9 e os 11 anos, enquanto brincavam numa praia na costa de Gaza.

Por outro lado, há quem compare a intervenção de Israel na Palestina com os atentados terroristas da ETA e da Al-Qaeda.

E há ainda quem refira que se a canção de Netta é sobre “empoderamento feminino e justiça social para todos”, ela esquece “as palestinianas e pessoas dos territórios ocupados”.

Este movimento de boicote a Israel na Eurovisão faz parte de uma campanha global intitulada “Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS)”, que defende que o país deve ser sancionado, através da economia, da cultura e da política, para acabar com a ocupação da Palestina.

Fonte e Foto: ZAP


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