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BANCOS - Possível despedimentos devido ás novas transferências bancárias imediatas


Será devido ao novo método de transferências bancárias imediatas que uma grande parte dos funcionários dos bancos irão ser despedidos? Se imaginarmos os funcionários que eram precisos para fiscalizarem transferências bancárias e dar ás mesmas permissões para avançar, agora com este método, é tudo automático e mais rápido. Ou será que ficará tudo na mesma?

A noticia é de Novembro de 2017.

"As transferências expresso podem ser feitas 24 horas por dia e em apenas dez segundos o montante transferido dará entrada no país europeu definido como destino.

As transferências bancárias imediatas e, em alguns casos, gratuitas arrancou em 2017 em oito países europeus, mas em Portugal a solução técnica para possibilitar a iniciativa está ainda a ser preparada. O Banco de Portugal indica que este mecanismo vai passar a estar disponível a partir do segundo trimestre do próximo ano, avança o jornal ‘Diário de Notícias’.

Ao todo são já quase 600 as entidades financeiras que vão passar a possibilitar este tipo de transferências de agora em diante. A medida foi anunciada pelo Banco Central Europeu (BCE) para tentar aprofundar a integração dos diferentes países na área do euro. As transferências expresso estão já disponíveis na Áustria, Estónia, Alemanha, Itália, Letónia, Lituânia, Holanda e Espanha.

As transferências e pagamentos podem ser feitos para países da Área Única de Pagamentos em Euros (SEPA), que engloba os 28 Estados-membros da União Europeia, juntamente com outros países como a Noruega e a Suíça. As transferências expresso podem ser feitas 24 horas por dia e em apenas dez segundos o montante transferido dará entrada no país europeu definido como destino. O limite máximo que se pode transferir são 15 mil euros.

Portugal está ainda na fase de “dotar o mercado nacional de uma solução de pagamentos imediatos compatível com os requisitos pan-europeus”, explica fonte do Banco de Portugal ao ‘DN’. “Os agentes nacionais encontram-se a desenvolver uma nova solução que assegura a interoperabilidade com os outros processadores europeus. Em Portugal, prevê-se o seu arranque no segundo trimestre de 2018”.

Fonte e Foto: Jornal Económico"


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