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Gerard Butler mostra a casa destruída pelo incêndio na Califórnia

11/12/2018

Aquele que já é considerado o pior incêndio de sempre na Califórnia continua a deixar um rasto de destruição. Este domingo, dia 11, Gerard Butler partilhou com os seguidores da sua conta de Instagram a fotografia da sua casa em Malibu completamente destruída pelas chamas.

“A regressar à minha casa em Malibu após terem evacuado a zona”, começa por explicar na rede social. “Um momento duro na Califórnia. Inspirado como sempre pela coragem, espírito e sacrifício dos bombeiros”, completou agradecendo aos profissionais que têm lutado contra o fogo que já devastou cerca de 177 casas e tirou a vida a 31 pessoas.

Fonte e foto: Noticias ao Minutos

MARVEL - Morreu Stan Lee, o criador de super-heróis da Marvel

11/12/2018

O escritor norte-americano tinha 95 anos. Foi o criador de nomes conhecidos das bandas desenhadas da Marvel, como o Homem Aranha, os X-Men ou o Hulk.

O criador de super-heróis dos quadradinhos da Marvel, Stan Lee, morreu nesta segunda-feira aos 95 anos. A notícia é avançada pela filha do escritor norte-americano, citada pelo TMZ, site especializado em celebridades.

Stan Lee é um dos criadores da empresa Marvel Comics, responsável por dar vida ao Homem Aranha, ao Quarteto Fantástico, ao Hulk e aos X-Men, entre outros.

De nome completo Stanley Martin Lieber, o escritor nasceu no estado norte-americano de Nova Iorque, a 28 de Dezembro de 1922. Foi casado com a modelo Joan Lee durante quase 70 anos: desde 1947 até à sua morte, em Julho de 2017.

Fonte e foto: Público

RYANAIR - Passageiro não paga bagagem de cabine e mostra como fez

11/08/2018

Leo Cimino ia viajar na Ryanair e não queria pagar a nova taxa aplicada à bagagem de cabine, por isso teve uma ideia brilhante.

Desde o dia 1 de Novembro que a bagagem de cabine que cada passageiro pode transportar em voos da Ryanair passou a ser paga à parte, não estando incluída no preço da viagem, mas um passageiro que voava de Manchester para Belfast, no Reino Unido, encontrou uma forma de contornar a restrição.

Leo Cimino, 30 anos, viajou na manha de 3 de Novembro e, de acordo com as novas regras, teria que pagar seis libras para poder viajar com bagagem de cabine ou, em alternativa, despender oito libras para despachar uma mala para o porão no balcão de check-in.

A alternativa foi muito rebuscada, mas funcionou. Cimino tinha uma gabardina bege, levou-a a um alfaiate e pediu-lhe que a personalizasse com bolsos especiais, onde conseguiu acomodar toda a roupa que queria levar para o fim de semana em Belfast.

Ao jornal The Independent, o passageiro confessou achar que a ideia “nunca iria funcionar” e que a personalização lhe custou cerca de 27 libras, o que, para um voo apenas, claramente não compensa, uma vez que o preço da bagagem se fixa abaixo destes valores. Agora que revelou o seu segredo publicamente talvez não consiga rentabilizar o investimento.

Cimino mostrou como conseguiu operacionalizar todo este processo num vídeo que publicou nas redes sociais:

Fonte e foto: W360

"Paulo Portas recebeu condecoração" do PT, "agora acusa de voz da corrupção"

11/03/2018

Francisco Louçã mostra-se preocupado com os primeiros sinais da eleição de Bolsonaro. Mas alerta para um problema maior, que é o entusiasmo dos partidos da direita europeus com a política suja.

Jair Bolsonaro venceu Fernando Haddad nas eleições presidenciais brasileiras e na primeira semana depois da sua eleição já anunciou algumas decisões polémicas, sendo a principal a escolha do juiz Sergio Moro para ministro da Justiça do seu futuro governo. No seu espaço de comentário semanal na SIC Notícias, Francisco Louçã partilhou a sua opinião sobre esta primeira semana.

A primeira semana de Bolsonaro teve sinais muito interessantes, alguns muito preocupantes, outros ao encontro do que ele já tinha dito. Um deles é o apoio a Trump na passagem da embaixada do Brasil para Jerusalém e, em segundo lugar, confirmar Moro como super-juiz da Justiça e da Segurança, o que é um rombo em todo o discurso da independência dos tribunais brasileiros”, começou por referir o antigo líder do Bloco de Esquerda, que depois focou-se em questões económicas.

O grande debate é saber se antes de tomar posse, no dia 1 de janeiro de 2019, se haverá ou não uma reforma do sistema de segurança social. Bolsonaro prefere que seja o antigo congresso, e não o novo congresso, a votá-la para aliviar-lhe o peso político desta decisão. O problema é que ele próprio votou contra todas as propostas que quer aprovar e o seu vice-presidente, o general Mourão, já disse que é contra essas propostas. Elas são importantes porque seriam um dos passos num projeto económico de desagregação das responsabilidades sociais do Estado e mesmo de caminho para a privatização da segurança social”, afirmou Louçã.

Sobre a escolha para de Paulo Guedes para futuro ministro das Finanças, o economista salienta que “retoma propostas que foram feitas na altura da ditadura de Pinochet no Chile. Por exemplo, uma taxa plana de 20% de IRS, ou o que corresponde ao nosso IRS, para que os mais ricos nunca paguem mais de 20%. Seria um rombo nas contas públicas do Brasil, um enorme entusiasmo na bolsa e nas elites económicas, mas isto dá um sinal do que pode ser esta governação. A mistura entre autoritarismo e liberalismo tão agressivo cria aqui ingredientes para tensões muito grandes”.

Louçã comentou ainda as posições de Assunção Cristas e Paulo Portas relativamente a Bolsonaro, que optaram por não condenar as suas afirmações e propostas polémicas.

Os partidos têm que ser vistos pelo que dizem, pelo que fazem, pela sua trajetória. O CDS tentou afastar-se, incluindo Paulo Portas, de todo esse discurso mais agressivo e que pudesse ser visto como uma memória da ditadura portuguesa. O CDS é um partido de oportunidades. Paulo Portas recebeu há dois anos uma condecoração das mãos do governo de Dilma Rousseff, que ele agora acusa de ser a voz da corrupção e que nunca poderia apoiar um candidato desses contra um da direita radical. Portanto, as oportunidades fazem a opinião”.

O comentador mostra-se mais preocupado com outra questão que vai além da eleição de Bolsonaro.

Temos que olhar para um outro problema que é mais importante. No CDS, no PSD, noutras direitas e na Europa há um verdadeiro entusiasmo com a possibilidade, com o sonho de mudar as tendências eleitorais de fundo depois de governos fracassados a partir da política suja, da violência na internet, de discursos de ódio, contra os imigrantes, os homossexuais, os pobres. Nos próximos anos, depois de Trump a Direita na Europa não vai ser aquilo que conhecemos ao longo dos últimos 30 ou 40 anos”.

Fonte e foto: Noticias ao Minuto

Nos EUA, esta mulher negra ajudou passageira num voo. Foi questionada se era mesmo médica.

11/03/2018

Fátima Cody Stanford seguia num voo de rotina entre Indianápolis e Boston, nos EUA, na última terça-feira, quando se apercebeu que uma outra passageira estava a sentir-se indisposta. A médica tentou ajudar, mas o pessoal de bordo questionou se essa era realmente a sua profissão.

Fátima, uma mulher negra de 39 anos, disse à imprensa local que quando começou a ajudar a passageira um elemento da equipa de bordo aproximou-se e perguntou-lhe se era médica. Ela respondeu que sim e mostrou a licença de profissão, na qual se podia ler que é médica no principal hospital de Massachusetts.

O elemento da equipa de bordo olhou para ela e foi embora. Enquanto Fátima continuava a tentar acalmar a passageira, outro membro de cabine pediu para ver a licença e voltou para trás. Então os dois elementos da equipa voltaram juntos e fizeram mais perguntas.

"Você é médica principal?", questionaram. Fátima disse não entender a pergunta. Fizeram outra questão: "Você é mesmo médica?", pondo em causa se aquela era de facto a sua licença profissional. A médica disse que não sabia o que estavam a insinuar: "Por que é que haveria de andar com a licença de outra pessoa?", interrogou Fátima.

A doutora Stanford, que trabalha com casos de obesidade no hospital principal de Massachusetts e é instrutora na escola de medicina de Harvard, tem sempre consigo a licença médica desde 2016, depois de ler sobre o caso de um médico negro a quem pediram para mostrar a identificação profissional quando também se ofereceu para ajudar um passageiro doente durante um voo.

Fonte e foto: JN

Ministro Pedro Siza Vieira recebeu um milhão por ajustes directos da Câmara de Lisboa

11/02/2018

O escritório do ministro Adjunto e da Economia do Executivo de António Costa recebeu, entre 2014 e 2017, cerca de um milhão de euros em ajustes directos da Câmara Municipal de Lisboa.

O escritório do ministro Adjunto e da Economia do Executivo de António Costa recebeu cerca de um milhão de euros em ajustes directos da Câmara Municipal de Lisboa, avança o Jornal de Notícias (acesso pago). Isto entre 2014 e 2017, ou seja, não apenas durante o mandato de Fernando Medina, mas também durante o do actual primeiro-ministro.

De acordo com o jornal, esse montante foi parcelado em quantias que não exigem concurso público relativas a dois processos.

Segundo o portal de contratação estatal Base, quase 700 mil euros dos ajustes diretos destinados ao escritório de advogados Linklaters dizem respeito à assessoria no litígio entre a Câmara e a Bragaparques. No caso da Feira Popular, o município terá pago à Bragaparques quase 200 milhões de euros.

O segundo processo diz respeito à extinção da Empresa Pública de Urbanismo de Lisboa. Nesse caso, o agora ministro recebeu do então Executivo municipal de António Costa quase 250 mil euros para apoiar juridicamente a Câmara.

Questionado pelo JN, o gabinete de Siza Vieira respondeu que “o ministro não faz comentários sobre situações relativas à sua anterior actividade”.

Fonte e foto: ECO

Novas alterações relativas à vinheta de inspecção do veículo!

10/31/2018

A partir do momento em que o Decreto-Lei nº144/2012 de 11 de Julho entrou em vigor, a confirmação da efectuação da inspecção periódica só pode ser feita através da ficha de inspecção do veículo.

Anteriormente, o artigo 8º, nº1 do Decreto-Lei nº554/99 de 16 de Dezembro estabelecia uma punição de 30 a 150€, mas este foi revogado pelo decreto mencionado no início desta publicação, responsável por regular as inspecções técnicas periódicas, para atribuição de matrícula e as inspecções extraordinárias de veículos a motor e reboques.

O primeiro ponto do artigo 9 do Decreto-Lei nº144/2012, que se refere à prova de realização da inspecção, levanta a obrigatoriedade da vinheta destacável, e prevê que “para comprovar a realização das inspecções periódicas é emitida pela entidade gestora do centro uma ficha de inspecção por cada veículo inspeccionado”.

Por forma a verificar a diferença relativamente ao decreto anterior, que já não vigora, está estabelecido no nº1 do artigo 8º do Decreto-Lei nº 554/99 o seguinte: “para comprovar a realização das inspecções periódicas são emitidas pela entidade titular do centro de inspecção uma ficha de inspecção e uma vinheta por cada veículo inspeccionado”.

Portanto, a confirmação da inspecção periódica já não é feita através da vinheta, que costumava ser afixada na parte de dentro do veículo, no canto inferior do para-brisas ou outro local visível.

Hoje em dia, durante as fiscalizações vai apenas ser exigido ao condutor que exiba a ficha de inspecção do veículo, que caso não a possua fica sujeito a uma multa de 60 a 300€, tal como está previsto no artigo 85 do Código da Estrada, a não ser que se apresente no espaço de 8 dias à autoridade referenciada pelo agente (aí a multa varia entre os 30 e os 150€).

Se a inspecção periódica ou extraordinária, caso sejam obrigatórias, não forem efectuadas, a punição vai dos 250 aos 1250€, excepto em casos de motociclos, triciclos ou quadriciclos (cuja coima vai dos 120 aos 600€).

Porém, a situação é bem diferente no que toca à vinheta do seguro, pois circular ou estacionar em via pública sem a vinheta do seguro devidamente afixada pode resultar numa multa de 125€ ou 250€, caso não haja uma prova de seguro durante a fiscalização.

A circulação ou estacionamento de um veículo que esteja sujeito a seguro e estacionamento habitual em Portugal, sem agregação do dístico do seguro num sítio visível a partir do exterior em caso de obrigatoriedade, isto é, a identificação clara da empresa de seguros, o número da apólice, a matrícula do veículo e a validade do seguro é considerada uma contraordenação leve, com uma punição de 250 a 1250€. Caso exista uma prova da existência do seguro obrigatório, de responsabilidade civil automóvel, durante a fiscalização, a multa passa para valores entre os 125 e os 625€.

Relativamente à colocação do dístico do seguro, o artigo 30 do Decreto-Lei 291/2007 de 21 de Agosto estabelece que “os veículos cuja utilização esteja sujeita ao seguro e com estacionamento habitual em Portugal, com excepção dos motociclos, ciclomotores, triciclos, quadriciclos e máquinas industriais devem ter aposto um dístico, em local bem visível do exterior”.

Em relação à localização, a Portaria nº 56/95 prevê que “o dístico deverá ser aposto no interior do veículo no canto inferior direito do para-brisas ou, na falta deste, noutro local bem visível”.

Agora podes estar a perguntar-te: um veículo estacionado em via pública precisa de ter seguro de responsabilidade civil e inspecção periódica obrigatória? A Nota nº1744/2012 de 23 de Fevereiro, da DO/CO/GNR adianta o seguinte:

O dispositivo da Guarda depara-se com veículos estacionados em via pública sem quaisquer sinais de seguro de responsabilidade automóvel e/ou inspecção periódica obrigatória frequentemente;

Apesar disso, no que diz respeito ao seguro de responsabilidade civil automóvel, o procedimento ao longo do dispositivo da Guarda não é regular;

Devido à falta de indicações sobre a inspecção periódica, foi solicitado um esclarecimento ao IMTT, que afirma que “a obrigação legal de apresentação dos veículos a inspecção periódica se aplica aos veículos em circulação, considerando-se assim que os veículos estacionados em via pública não estão sujeitos à referida obrigação legal”;

Tendo os pontos anteriores em conta, o procedimento a tomar deve ser o seguinte:

Um veículo estacionado em via pública deve estar coberto por um seguro de responsabilidade civil automóvel, e os agentes da autoridade têm o direito de exigir a prova do seguro ao condutor ou titular do documento de identificação. Caso não haja a prova, podem proceder ao levantamento dos respectivos autos;

Um veículo estacionado em via pública não se encontra sujeito à obrigação legal de apresentar a inspecção periódica, impedindo os agentes da autoridade de exigir uma prova da inspecção ao condutor ou titular do documento de identificação.

Fonte e foto: DiarioPT

Subsídios dos deputados são quase o dobro dos seus salários

10/29/2018

Subsídios dos deputados são quase o dobro dos seus salários base, de acordo com o Jornal de Notícias.

O jornal refere que os deputados da AR recebem 2200 euros por mês além do salário base de 3624,41 euros (3443 euros com o corte de 5% previsto desde 2010).

Podemos ainda somar 69,19 euros por dia de presença, de terça a sexta-feira, se o deputado residir fora dos concelhos da Área Metropolitana de Lisboa e onde para estarem presentes na AR recebem cerca de 1100 euros por mês.

Somando senhas de presença, apoios para viagens a casa e para contacto com o eleitorado, um deputado da AR recebe cerca de 2200 euros por mês além do salário base de 3624,41 euros (3443 euros com o corte de 5% previsto desde 2010).

Ainda vamos em Abril e o Parlamento já gastou 1 206 140,86 euros em despesas com deslocações de deputados, para casa ou em trabalho.

Fonte e foto: DiárioPT
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